A história da Academia Cariaciquense de Letras começa muito antes de sua fundação e se divide em alguns marcos históricos que merecem ser lembrados. Em meados de 2002, a jornalista Orlandina Dalapícola foi convidada pelo advogado Ramon Batista para buscar informações e orientações sobre a criação de uma academia de letras na cidade. Diante do convite, Orlandina fez contato com o então presidente da Academia Espírito-santense de Letras, o escritor e professor Francisco Aurélio Ribeiro, que a recebeu na sede daquela arcádia literária, para prestar as principais orientações quanto à quantidade de cadeiras, patronos, regimento interno e outros assuntos correlato; e, durante esse encontro, foi convidada a participar da reunião da AEL naquela semana.
Acompanhada por Ramon Batista, então, compareceu à aludida reunião, na cidade de Vitória e lá, Ramon manifestou a intenção da criação da academia em Cariacica aos presentes, ocasião em que vários acadêmicos manifestaram o apoio verbal à instituição da academia. Vale ressaltar, por oportuno, que uma das atribuições da AEL é incentivar e instruir a criação de novas academias pelo estado.